quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Proposta de Relatório Conjunto sobre Protecção Social e Inclusão Social 2009

Hoje,este post é sobre um relatório que promove a integração e a protecção das pessoas sem-abrigo.

"O relatório nacional de estratégia para a protecção e inclusão social 2008-2010 será aplicado com base em dois eixos prioritários:
1º - O impacto das alterações demográficas;
2º - A promoção da inclusão social e a redução das desigualdades.

O relatório nacional e o relatório conjunto (em português) encontram-se na página da Comissão Europeia, em

ec.europa.eu/employment_social/spsi/joint_reports_en.htm#2009. "


Para mais informações:

http://www.reapn.org/documentos.php?ID=8

quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Cáritas Europa aplaude adopção de medidas, pelo Parlamento Europeu, para resolver situação dos sem-abrigo




Descobrimos, ao vaguear na internet, uma notícia importante que poderá salvar a vida de muitos sem-abrigo num futuro próximo. No url, que vamos indicar em baixo, encontra-se a notícia.

http://www.agencia.ecclesia.pt/ecclesiaout/caritas/pub/11/noticia.asp?caritaid=11¬iciaid=1794

quarta-feira, 4 de Março de 2009

CPPMI

O Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes (CPPMI), promovido pelo Vaticano, convocou no final do ano de 2007 50 especialistas de 28 países para levar a acção pastoral da Igreja às ruas onde os sem-abrigo se encontram. O Arcebispo Agostino Marchetto, secretário do CPPMI,afirma que todos os dias morrem pessoas por falta de condições de higiene e de alojamento.A marginalização e a estigmatização são ainda outros problemas mencionados.

Encontrámos na internet um documento que sintetiza as conclusões que se obtiveram neste Encontro Internacional (CCPMI):

"A comunidade local, a Igreja, o Povo de Deus são chamados a acreditar no futuro das pessoas, mesmo que não tenham um tecto”, aponta.
O CPPMI frisa que “os pobres fazem parte da comunidade eclesial e, como tal, devem ser acolhidos ao lado das famílias em dificuldade”. Em particular, é pedido aos sacerdotes e directores espirituais que estejam ao lado dos sem-abrigo “sobretudo nas situações críticas da sua vida e em ocasiões de luto”.
Mais de mil milhões de seres humanos não têm um tecto para se abrigarem, 3 milhões dos quais na Europa Ocidental. “Cada um deles tem a sua história e é preciso ouvi-la”, refere o documento do CPPMI, que apela a uma mudança na percepção que os sem-abrigo têm de si próprios.
A Santa Sé espera que a estas pessoas seja proporcionada a oportunidade de “participar na vida social e eclesial, na medida do possível”, tendo em conta as suas “experiências, convicções, culturas e necessidades”.


Boa semana!

quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

O que é um Sem-Abrigo?


Mais informações que retirámos do site da AMI (Assistência Médica Internacional):

"A FEANTSA (Federação Europeia de Organizações Nacionais que Trabalham com os Sem-Abrigo) desenvolveu uma tipologia europeia para a população Sem-Abrigo relacionada com a Habitação (ETHOS).
Divide a população em 4 grandes grupos que se enquadram nas situações de sem abrigo, sem casa, habitação precária e habitação inadequada, ou mais especificamente:


a) Sem Abrigo
. Pessoas que vivem na rua
. Pessoas que vivem em alojamentos de emergência


b) Sem Alojamento
. Lares de alojamento provisórios – fase de inserção
. Lares de mulheres
. Alojamento para Imigrantes
. Pessoas que saíram de hospitais ou estabelecimentos prisionais
. Alojamento assistidos / acompanhado


c) Habitação Precária
. Habitação temporária / precária – casa de amigos, familiares, sem arrendamento, ocupação ilegal
. Pessoas à beira do despejo
. Vítimas de violência doméstica


d) Habitação Inadequada
. Pessoas que vivem em estruturas provisórias, inadequadas às normas sociais – exemplo: caravana
. Pessoas em alojamento indigno – exemplo: barraca
. Sobrepopulação".

Informações da AMI



Eis algumas informações que retirámos do site da AMI (www.ami.org.pt):

"Desde 1999, já foram atendidas 5.376 pessoas em situação de Sem-Abrigo.

Em 2006, pela primeira vez, foi possível caracterizar a população Sem-Abrigo que frequenta os serviços da AMI, pelo que para além do número total de Sem-Abrigo, locais de pernoita e tempo de situação sem-abrigo, foi possível obter dados mais específicos como a naturalidade, a idade, o estado civil, a família, a saúde, os recursos económicos e o motivo pelo qual procuram o apoio da AMI.

Assim, em 2006 foram atendidos pela AMI 789 novos casos que se enquadram nesta tipologia, mais de 180 casos que em 2005.
Quanto aos locais de pernoita, 32% da população dormia na rua, seguindo-se albergues com 22% e as barracas com 6%.

A população apresenta outras características:
- 89% está desempregada
- 28% tem formação profissional
- 92% tem familiares vivos, mas apenas 37% se relaciona com eles
- 39% não tem médico de família
- 7% tem HIV
- 28% consome substância activas
- 43% tem filhos

Quanto à evolução da população Sem-Abrigo do sexo feminino, verificamos que também tem vindo a aumentar, sendo que no espaço de 7 anos, passou de 13% para 31%."

quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Centro de Apoio ao Sem Abrigo


Gostaríamos de indicar um site que achámos muito interessante:

http://casa-apoioaosemabrigo.org;

"Num mundo conturbado de violência e desigualdade social cabe a cada um de nós despertar para a realidade que permanentemente se desenrola aos nossos olhos: a pobreza e o sofrimento.
Na C.A.S.A. damos-lhe a oportunidade de desenvolver um verdadeiro trabalho de ajuda directa aos sem abrigo e aos mais desfavorecidos."

A sede institucional localiza-se em Lisboa e tem delegações nas cidades do Porto, Coimbra, Faro, Setúbal e na Região Autónoma da Madeira.

A nossa semana


Na passada quarta-feira começámos a inquirir os nossos colegas. O inquérito tinha 7 perguntas com escolha múltipla. Estas estavam escritas de forma não ambígua e numa linguagem acessível aos inquiridos. Ainda não conseguimos questionar todas as turmas(6) que pretendíamos, mas já deu para perceber que uma grande parte dos alunos tem pouco conhecimento sobre o assunto. Brevemente iremos anunciar aqui os resultados que obtivemos com os inquéritos: trataremos os dados de forma a conseguirmos algumas estatísticas.
Daqui a algumas semanas iremos fazer um inquérito semelhante às populações de Braga e de Vila Verde, de forma a podermos comparar o ponto de vista de cada uma delas. Também iremos anunciar as estatísticas que obtivermos deste último questionário.


Boa semana!