O Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes (CPPMI), promovido pelo Vaticano, convocou no final do ano de 2007 50 especialistas de 28 países para levar a acção pastoral da Igreja às ruas onde os sem-abrigo se encontram. O Arcebispo Agostino Marchetto, secretário do CPPMI,afirma que todos os dias morrem pessoas por falta de condições de higiene e de alojamento.A marginalização e a estigmatização são ainda outros problemas mencionados.
Encontrámos na internet um documento que sintetiza as conclusões que se obtiveram neste Encontro Internacional (CCPMI):
"A comunidade local, a Igreja, o Povo de Deus são chamados a acreditar no futuro das pessoas, mesmo que não tenham um tecto”, aponta.
O CPPMI frisa que “os pobres fazem parte da comunidade eclesial e, como tal, devem ser acolhidos ao lado das famílias em dificuldade”. Em particular, é pedido aos sacerdotes e directores espirituais que estejam ao lado dos sem-abrigo “sobretudo nas situações críticas da sua vida e em ocasiões de luto”.
Mais de mil milhões de seres humanos não têm um tecto para se abrigarem, 3 milhões dos quais na Europa Ocidental. “Cada um deles tem a sua história e é preciso ouvi-la”, refere o documento do CPPMI, que apela a uma mudança na percepção que os sem-abrigo têm de si próprios.
A Santa Sé espera que a estas pessoas seja proporcionada a oportunidade de “participar na vida social e eclesial, na medida do possível”, tendo em conta as suas “experiências, convicções, culturas e necessidades”.
Boa semana!
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